segunda-feira, 9 de junho de 2008

Sol, sol, sol....Depois chuva, chuva, chuva...




Amanhece o dia e lá está ele, radiante: o tal do sol do Mato Grosso. Venho de um lugar onde chove e faz sol geralmente na mesma proporção. Aí eu chego no Mato Grosso e me dizem que terei que passar por 6 meses sem ver chuva caindo do céu. Você consegue imaginar não ver aqueles pingos molhados caírem sobre o telhado das casas durante 180 dias?
Pois é, o povo daqui já está acostumado. Mas eu fico pensando que dá para esquecer como é a chuva. Inclusive, talvez por saber que ficaria sem chuva por tanto tempo, eu passei a amar chuva. Antes eu já adorava: aquela sensação gostosa que a chuva dá de recolhimento, de silêncio para ouvir as gotas caindo de encontro ao chão. Quando uma chuva começa me dá um impulso inconsciente de simplesmente parar. Parar e observar: a chuva caindo, a água correndo pela rua, a cidade com outra cor, as pessoas andando de guarda-chuva. Parece que com a chuva meus olhos se abrem e eu passo a ver tudo com outro olhar: parece que enfim eu enxergo as pessoas, os prédios, as casas. Eu vejo o mundo e a vida, afinal.


Aí é claro que você pode me dizer que ama o sol: a sensação de alegria e disposição que ele dá. Quando faz sol a gente sente vontade de sair, de andar, de se mover. Abrir as janelas e deixar o sol entrar em casa também é um impulso inconsciente. Ficar trancado dentro de casa com um belo sol brilhando lá fora dá a sensação de que o mundo está girando, que a vida está acontecendo e você está perdendo tudo isso.
Por existir esse contraste de sensações causados pelo sol e pela chuva é que, pelo certo, deve chover um pouco, fazer sol um pouco, aí chove de novo, depois faz sol outra vez, até que se complete o ciclo de um ano e tudo possa começar novamente. O sol é amarelo: energia, vigor, disposição, vontade. A chuva é cinza: acalma, tranqüiliza, faz pensar. E como seres humanos precisamos ora de disposição, ora de tranqüilidade. Então eu me pergunto, como é que ficam os nossos sentimentos só com o sol ou só com a chuva?


Parece que no final de 6 meses de sol vou estar eletrizada, transbordando energia. E no final de 6 meses de chuva vou estar murcha, quase entrando em depressão. Mas, mesmo pensando dramaticamente dessa maneira, no fim todo mundo parece normal por aqui. Então, é sentar e esperar as sensações que me esperam pelos próximo 6 meses.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Pés! Pra que te quero?





Hoje eu estava indo para o trabalho sentindo-me supermoderna com meu tênis de última moda que ganhei de aniversário do meu namorado. Antes de sair de casa me assaltou a dúvida inconsciente que sempre tenho antes de botar o pé na rua: salto ou tênis? Para mim, salto deixa qualquer visual mais elegante e eu adoro usar. Mas o meu tênis é tão bonito e pensei “Poxa, aqui em Porto Alegre do Norte também não preciso andar toda produzida. Afinal, pra quê? Pra quem? Só se for para mim mesma e hoje em especial eu me sentia muito bem comigo mesma e meu tênis todo prateado.
Porto Alegre do Norte é uma cidadezinha do nordeste do Mato Grosso, onde as pessoas se arrumam bem, mas que para mim, que quase não conheço ninguém, realmente não importa nenhum pouco se vou estar de minissaia ou de burca. Aí, lá vou eu saltitante e descolada com meu tênis. É então, que surge, na primeira esquina, uma guria que eu conheço. E eis que seu efeito sobre mim foi o que a maioria das mulheres sente quando vê uma mulher bonita. Ela estava com um vestido provocante, mostrando belas pernas, em uma cor que realçava sua pele, e... uma sandália de salto no mínimo 10 capaz de acabar com a alta estima de qualquer ser humano do sexo feminino.
Porque será que a gente sempre se acha mais feia quando vê uma mulher bonita? Claro que é preciso dizer que isso só vale para nós, mulheres, mortais, que sentimos durante o dia todos os milhares de sentimentos mais comuns à vida de mulheres comuns. Não falo aqui das supermulheres, seguras de si em qualquer situação. Falo aqui de mim e de você, que sim, se sente abalada quando vê uma mulher bonita.
O mais engraçado é que quando a gente sai de casa podemos até nos sentirmos maravilhosas, mas se chegamos a algum lugar ou mesmo esbarramos na rua em uma mulher bonita e arrumada, parece que a roupa dela é mais bonita, que o cabelo dela está mais cuidado, que o rosto dela cintila muito mais que o seu. E olha que há cinco minutos você achava que não tinha pra ninguém.
Certos estão os homens quando dizem que as mulheres vestem-se para as outras mulheres e não venha me dizer que uma mulher bela e arrumada passa despercebida por você. Não adianta, nós somos assim. Você pode até ser segura de si, mas que você sabe dizer - sem ninguém ter percebido que você olhou para ela- a cor da roupa, o jeito do cabelo, a altura do salto de uma mulher que passa e que chama a atenção está usando, ah, isso você sabe.

Samantha Borges, 20/05/2008

E depois das malas, a nova vida...








Pois é, eu arrumei as malas, vendi os móveis, me despedi da família, dos amigos, e botei ó pé na estrada com o meu amor. Cheguei no Mato Grosso, e eis eu, aqui, há 3 meses. As novidades? Vamos lá.
Bom, eu vim trabalhar em um jornal, afinal me formei em jornalismo. Pois foi eu chegar e o tal do jornal resolveu fechar as portas e ir para outra cidade. Putz, mas que azar!! E ai, fiquei eu, a 3 mil km e 600 reais de passagem de distância do que eu chamava de lar...
Pelo menos não fiquei sozinha. Comecei a trabalhar na escola de um dos meus tios e agora para surpresa de todos, e minha lógico, virei dona de loja de artigos esportivos.
O que pensar disso tudo? A vida é mesmo uma caixinha de surpresas como diria Joseph Climber. Sério, morar em uma cidade chamada Porto Alegre do Norte, no meio do nada, onde a única ligação que eu tinha era ter dois tios que moravam nela e que eu via uma vez por ano era completamente inexistente nos meus pensamentos!
Mas, cá estou!

Se entrei em crise?? Humpf! Eu quase enlouqueci. Afinal ser jornalista sempre foi o meu sonho e passei 4 anos no banco de uma faculdade para isso. E tudo ia indo bem, eu fazia estágio em um jornal, ia ser contratada...
É geralmente a gente perde o prumo quando as coisas não saem como imaginamos. E geralmente esquecemos que as escolhas foram feitas por nós mesmos. Essa mesma pessoinha que agora fica reclamando do que aconteceu...
Mas, a questão é que a vida continua girando, o tempo continua passando e eu, eu continuo aqui. Pensei muito em voltar, mas escolher entre amor e profissão é muito cruel. Resolvi deixar rolar.
E sabe que agora eu até posso dizer que gosto daqui? Gosto de ficar da loja, gosto da cidade, eu simplesmente me adaptei...
Vivo bem com o Daniel, já fizemos alguns amigos, ganhamos nosso dinheiro... e no mais a conclusão é que a vida é vida em qualquer lugar.
Eu continuo vendo TV (agora não muito porque trabalho das 7 e meia da manhã até 11 da noite), falando com meus amigos no orkut, comendo pizza, tomando cerveja, , escrevendo (que mais até do que o jornalismo, é o que mais amo fazer), namorando, assintindo filmes, fazendo planos, me preocupando em começar a fazer uma atividade física, falando por telefone com minha família, comendo churrasco no domingo, ouvindo música, vivendo...
Tudo isso não significa também que eu me acomodei. Não trabalhar na minha área continua me tirando o sono, a saudade da minha vida no sul continua me tirando o sono...Mas cheguei a um ponto que pensei: será que não devo dar uma chance à essa nova vida que surgiu do nada e mudou tudo? Acho que às vezes é preciso dar um voto de confiança ao que nos fugiu do controle.

Afinal, ficar 3 dias dentro de um ônibus, viajando por 3 mil Km deve me fazer chegar a algum lugar, não acham?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Fechando as malas...

Você já parou para pensar se tivesse uma semana para arrumar suas malas, vender suas móveis e embarcar para um estado com milhares de Km de distância da tua família e dos teus amigos...e também do que você considerava sua casa?
Pois é, galera...Isso aconteceu comigo...

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Dessa vez nada de filmes. O assunto sou eu.

Se pedisse para meus pais dizerem quem sou eu talvez eles dissessem que sou uma menina que corre atrás do que quer. Meu pai talvez dissesse “a baixinha não é fácil” e contasse que eu sempre tinha uma reposta na ponta da língua quando era adolescente. Minha mãe talvez dissesse que eu sou muito impulsiva às vezes e “que nasci com asas nos pés”. Por isso o papel dela sempre foi me trazer para a terra.

Se pedisse para meus dois irmãos mais velhos dizerem quem sou talvez dissessem que têm orgulho de mim. O Pablo talvez dissesse que eu quero demais pro meu tamanho e o John talvez contasse que me recebe sempre com um “maninha” e um abraço carinhoso quando volto pra casa.

Se pedisse para meu namorado dizer quem sou eu talvez ele dissesse que sou perfeita. Mas talvez dissesse também que às vezes não me dou conta das coisas erradas que faço. Talvez dissesse que sou companheira para qualquer programa. Ou ainda que se irrita demais com meu sono incontrolável as nove da noite.

Se pedisse para meus amigos dizerem quem eu sou...bom, acho que cada um diria um detalhe diferente. Já me disseram que sou romântica. Já me disseram que sou desprendida. Alguns dizem que sou meiga, outros que sou estressada. Já me disseram que sempre tenho um ombro amigo e que faço coisas de bom coração. Mas também já me disseram que ando desleixada com minhas amizades, alguns já disseram que não lhes dou mais atenção. Mas também já me disseram que sou o tipo de amiga que posso passar meses sem dar sinal de fumaça e mesmo assim, no reencontro, as conversas são as mesmas, eu não mudei. Continuo a mesma amiga de sempre “do tipo que vai ser amiga pra toda a vida”.

Se pedisse para algum chefe dos que já tive dizer quem eu sou talvez ele dissesse que sou uma promissora jornalista. Em fase de aprendizagem ainda, mas dedicada e com um bom texto. Talvez se pedisse para um colega de trabalho dizer quem sou eu ele dissesse que sou quietinha. Outro poderia dizer que sou uma adorável estagiária encomodativa.

Agora, vem o orkut e pergunta para mim mesma quem eu sou. Poderia dizer que às vezes gosto de sol e às vezes de chuva; que choro em filmes da sessão da tarde; que adoro sair, adoro escrever, adoro viajar e ouvir música. Posso dizer que publiquei um texto no jornal quando estava na terceira série e que sonho em ser jornalista desde pequena. Posso dizer que odeio gente estúpida, que detesto ter que gritar com alguém e não suporto gente cheia de não me toques. E diria ainda que já passei cola para ajudar meus colegas, já colei em menor proporção, já gazeei aula e fui parar na secretaria e já fiz promessa com uma amiga pra não chamarem meus pais na escola.

Talvez eu possa dizer que ficava em casa de tarde (talvez por isso goste tanto da sessão) e eu e meu irmão fazíamos nega maluca e comíamos tudo sozinhos. Depois eu escrevia no meu diário “eu comi 8 pedaço de nega maluca. O John comeu 12”. Poderia dizer que comecei a trabalhar com 16 anos, que comecei a sair com 17 e que os amigos dos meus irmãos não ousavam me olhar, porque meus irmãos eram terrivelmente ciumentos. Posso dizer que sempre ia pra casa da minha avó passar as férias e que chegava lá e pedia milho verde e pão caseiro com mel. E dizer também que gosto de comer creme de leite puro (eu sei vc acha nojento, mas eu gosto). Posso dizer que nunca fumei maconha (e nem pretendo), mas que adoro beber cerveja



Poderia dizer que já gastei muito mais tempo da minha vida achando que ia ficar pra titia do que acreditando que iria encontrar um príncipe encantado. E dizer que encontrei uma pessoa maravilhosa bem antes do esperado. Imaginava que ia encontrar perto dos 30 e à beira de um colapso de desespero. Encontrei com 23 e talvez com 30 já seja mãe. E posso dizer que meu pai já foi meu melhor amigo nos momentos em que mais precisei, até para assuntos não muito ortodoxos. E que eu sempre fui a melhor amiga da minha mãe.

Posso dizer que passei em mais de três vestibulares, mas isso não faz de mim um gênio. Odeio física e chutei todas as respostas na mesma letra no vestibular e sim, passei. Posso dizer que já conheci pessoas que mentiam, que se preocupavam apenas com aparências e que se achavam mais por isso. Já fui humilhada e fiquei com o coração ferido. Mas também já encontrei pessoas que me acolheram como filha e muitas que me acolheram como irmã.

Posso dizer que tenho uma família que não cabe só em uma van, que minhas tias bebem feito homens, que quando vou para lá não se pára de comer um segundo. Posso dizer que meu avô tem mil histórias para contar e que minha avó tenta descascar abóbora com o pulso quebrado. Posso dizer que admiro minha família pelas histórias boas e muito ruins que já passaram e que superaram. E todo ano se reúnem para brindar, comer, cantar e dançar.

E poderia dizer que tudo isso me faz ser quem eu sou, mas eu estaria mentindo. Porque aqui não cabem mais as milhares de histórias, de comportamentos e de manias que fazem ser eu a Samantha. Por isso, eu digo que eu não sei quem eu sou. Que não posso dizer simplesmente que sou uma pessoa alegre e de bem com a vida. Ou que sou ansiosa e impulsiva. Isso é muito pouco.

Aliás, qualquer coisa é muito pouco para dizer quem eu sou.

domingo, 2 de dezembro de 2007

No nosso lugar

Hoje eu assisti um filme que eu nunca tinha ouvido falar e o achei simplesmente ótimo. O nome dele é "Em seu lugar" e conta a história de duas irmãs, uma gordinha e frustrada e uma linda e loira. Basta descrever isso para saber que "algo hay!", né? Elas se odeiam? Uma inveja a vida da outra? Mais ou menos...
Nem sempre a gente é linda, loira e feliz. Nem sempre somos gordinhas, frustradas e infelizes. O mais legal do filme é mexer justamente com isso: com os defeitos mais comuns e com o fato de que nossa felicidade está exatamente em descobrir o que fazer com esses defeitos. Defeito número um do mundo pós-moderno: relação mulher X comida. Eu andei pensando e acho essa relação mais que defeituosa, é simplesmente cruel! Para ser magra e bonita é preciso cuidar cada garfada que se dá na comida - a menos que você seja aquela premiada que olha pra você e diz com aquele sorrisinho patético "eu como de tudo e não engordo" e que causa inveja até no mais santo cristão - . Ou seja, você vive um martírio dia-a-dia. Aí você veste uma roupa bacana e fica linda de morrer e pensa que vale a pena não ter comido aquele churrasco maravilhoso. Ai, mas aquele churrasco...ele também te daria prazer...
Então a lei é a seguinte: o prazer de ser magra, pelo prazer de comer. E essa lei não funciona apenas na tal relação comida X beleza. Ela funciona todos os dias, em todos os minutos da sua vida. O que te dá mais prazer? Trabalhar o dia todo em uma grande empresa ou trabalhar quatro horas por dia, levando cachorros pra passear? Ter um namorado fiel ou mostrar para aquele cafajeste que você conquista ele? Liberdade ou segurança? Amor ou paixão? Dinheiro ou tranquilidade?
A grande questão é: com quais defeitos as suas escolhas combinam mais?
Eu por exemplo estou incansavelmente tentando descobrir o que realmente me faz feliz. Claro que eu teria, como a maioria dos mortais, uma lista de alegria: família, namorado, faculdade que sempre sonhei.
Opa! Faculdade que sempre sonhei? Sim, eu sempre sonhei ser jornalista. Mas to começando a achar que essa história de trabalhar até no domingo não é pra mim. Eu ainda não consegui encontrar uma solução e certamente vou ser jornalista, porque apesar de tudo eu gosto muito da profissão, mas descobri que o ritmo jornalístico não me faz feliz. Meus pais, claro, vão se atirar de uma ponte quando tiverem que aceitar que eu não nasci para ser a próxima Fátima Bernardes.
Então chegamos à segunda grande questão: com quais escolhas a sua felicidade combina mais?
Com ser uma gordinha linda ou uma anoréxica frustrada?
Com uma bem sucedida estressada ou com uma leve profissional com muito tempo para o lazer?
Com uma pessoa feliz com o que tem, ou infeliz com o que não tem?
Essa resposta, eu ainda to tentando descobrir.

domingo, 25 de novembro de 2007

Não quero ser grande

Quando era adolescente cansei de assistir um filme, obviamente na Sessão da Tarde, que se chamava "Quero ser grande". A trama contava a história de um guri que simplesmente queria crescer. Ele jogou uma moedinha numa espécie de boneco, fez o pedido e na manhã seguinte tchanãm! Ele acorda adulto.
Eu já passei dos 20 anos. Não muito, fique claro. Uns dois ou três passos adiante. Mas o interessante é que sinto uma resistência inabalável de assumir que sou adulta. Sempre fui a queridinha da família, a guriazinha. Pois bem, a guriazinha está se formando na faculdade, está indo morar com o namorado, pior, já passou dos 20, e não consegue assumir que é adulta.
Não tenho do que reclamar na minha vida. Levo uma rotina tranquila, escrevo minha monografia, vou no meu estágio, namoro, vejo TV, saio com amigos.
Tudo em seu lugar, mas não pense que isso é entediante. Como todo mundo às vezes estou de mau humor, brigo com Deus e o mundo, essas coisas de gente normal. Mas sabe o que eu acho que é mais difícil de enfrentar? A quantidade maluca de coisas que posso fazer com a minha vida, especialmente quando já se passou dos 20, se está quase formada na faculdade e não se precisa mais do amém dos pais para a maioria das coisas.
Eu posso seguir minha carreira, abandonar meu namorado e me tornar uma grande jornalista. Eu posso ser jornalista, casar, ter filhos e viajar para a praia no verão. Eu posso fazer um concurso público e não ser jornalista. Eu posso abandonar tudo e simplesmente voltar para casa.
Ser grande, acho, significa poder. Quando se é criança, pai e mãe controlam, de maneira absoluta, a sua vida. Adolescente a gente acha que se manda, doce ilusão. Adulto...os pais querem mandar ainda, mas você pode fazer o que você quiser da sua vida.
Só que o poder vem com a terrível palavra responsabilidade. Deu certo? Culpa sua. Deu errado? Parabéns, a culpa é toda sua.
E quem disse que só porque já passei dos 20 anos eu sei o que eu quero poder? Interminável dúvida de uma geminiana. Talvez se você for capricorniano não sofra tanto. Resumidamente, do alto de meu um metro e meio, acho que não quero ser grande.